Design de Games: criador de feira nacional de videogame dá dicas para trabalhar na área
Conhecimento em outros idiomas, principalmente o inglês, é uma da principais exigências do mercado.
Design de Games: criador de feira nacional de games dá dicas para trabalhar no mercado de jogos eletrônicos
A paixão pelos jogos eletrônicos fez Marcelo Tavares, de 39 anos, levar a brincadeira a sério. Em 2009, ele criou uma feira de videogame, a Brasil Game Show, para reunir em um só lugar profissionais e ‘gamers’ apaixonados por esse universo.
“Além do inglês, é bom investir em cursos rápidos, que complementam a faculdade, porque eles ajudam a se manter atualizado. Mesmo que o diploma não seja obrigatório, é preciso fazer alguma especialização”, alerta Marcelo Tavares.
Em relação ao perfil dos profissionais, Marcelo destaca que é preciso ter criatividade, proatividade e, também, saber tabalhar em equipe.
Oportunidades no exterior
As empresas independentes no Brasil são uma boa vitrine para aqueles que querem trabalhar em produtoras internacionais, porque elas chamam a atenção de ‘caçadores de talentos’ do exterior.
Especialização
Para se especializar na área, é possível encontrar o curso de Design de Games em duas modalidades: bacharelado (com duração de quatro anos) e tecnólogo (com duração de dois anos).Ambas têm o objetivo de formar um profissional que saiba criar, planejar e desenvolver um jogo em diferentes plataformas como computador, tablet, smartphone e videogame.
Remuneração
Segundo a pesquisa sobre o mercado de jogos digitais divulgado pelo Ministério da Cultura em novembro de 2018, “a programação de jogos representa 30% e é principal fonte de renda dos profissionais da área e 82% ganham em média R$ 1.908,00”. Os autônomos recebem entre R$ 1.908,01 e R$ 4.770. Os estágios variam na faixa salarial de R$ 1 mil.