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Portal G1, https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2021/09/08/salario-minimo-para-garantir-cesta-basica-seria-de-r-55-mil-diz-dieese.htm, 08/09/2021

Salário mínimo em agosto deveria ter sido de R$ 5.583,90, mostra Dieese

Preço da cesta básica subiu em 13 capitais, segundo Dieese

Colaboração para o UOL, em São Paulo

Para garantir condições básicas, uma família de dois adultos e duas crianças deveria ter um salário equivalente a mais de R$ 5.500, mostrou a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, divulgada hoje pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).

A pesquisa, que é realizada mensalmente pela entidade, apontou que o custo médio da cesta básica aumentou em 13 capitais e diminuiu em quatro. As maiores altas foram registradas em Campo Grande (3,84%), Belo Horizonte (2,45%) e Brasília (2,10%), enquanto Aracaju, Curitiba e Fortaleza apresentaram diminuição no preço dos alimentos.

Porto Alegre foi a capital que registrou a cesta básica mais cara (R$ 664,67), seguida por Florianópolis (R$ 659), São Paulo (R$ 650,50) e Rio de Janeiro (R$ 634,18). Já Aracaju (R$ 456,40) e Salvador (R$ 485,44) foram as capitais com os menores preços nos alimentos básicos.

Com base na cesta mais cara, o Dieese calculou que o salário mínimo para uma família de quatro pessoas deveria ser de R$ 5.583,90, valor que corresponde a 5,08 vezes o piso nacional vigente, de R$ 1.100. Para conseguir pagar a cesta, um trabalhador precisaria trabalhar por 113 horas e 49 minutos, segundo a entidade.

Na comparação entre agosto de 2020 e agosto de 2021, o preço conjunto dos alimentos básicos registrou alta em todas as capitais que fazem parte do levantamento.

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